Estava ela sentada em um banco, com as pernas cansadas de tanto andar, seu cansaço era notável, qualquer pessoa que ali passasse poderia identificar, e até sentir o mesmo cansaço que ela expressara. Depois de andar por toda cidade em busca de um emprego ou de algum afazer que a proporciona-se algum dinheiro, ela decidira parar. Mas ela não simplesmente desistira por desistir,e sim por não mais conseguir.
Não conseguir mais forças para se movimentar. Forças emocionais à motivar ir em busca de um tabalho ela até tinha, nunca perdera, mas realmente ela estava esgotada. Sua fome seria uma singular fatalidade, perto da preocupação que se fazia ao lembrar dos filhos que estavam em casa à sua espera. Ela tinha dois filhos, um menino que tinha 4 anos, e uma menina de 2 anos, que eram verdadeiramente a única razão de sua vida.
Sabia que teria que voltar para casa, uma hora ou outra, mas buscava ali sentada encontrar forças, à chegar em casa e ter que ouvir seus filhos a perguntarem mais uma vez , em mais outro dia:

– Mãe o que teremos para comer hoje?

E ela teria que com suas poucas palavras simplesmente dizer:

– Nada.

Enquanto nos vemos diante de tantas dificuldades, e estamos a nos desesperar por tantas coisas na vida, podemos ver que reclamamos verdadeiramente de “barriga cheia”.

Viana Patricio

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comentários
  1. hill disse:

    Nossa! Muito bom !
    As vezes temos tudo que queremos e não demos o devido valor.
    Só daremos valor a uma coisa quando perder, isso realmente é fato.
    🙂

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